sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

STRYPER: CONCURSO PARA ESCOLHA DA CAPA DO NOVO CD


A banda americana STRYPER, que lançará seu novo álbum no proximo ano, convida todos os fãs a participarem de um concurso para a escolha da imagem da capa desse novo lançamento: "Murder By Pride".

Se você possui talento na área de design e deseja participar, entre neste link, cadastre seu email e leia as instruções.

Quem vencer, terá sua arte usada como capa do novo CD da banda, receberá os créditos, um CD autografado e um telefonema de agradecimento do vocalista da banda, Michael Sweet.

As imagens devem ser enviadas até dia 21 de janeiro.

As instruções de como participar, bem como 3 samples do novo CD, encontram-se aqui


Fonte: Metal Land

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

LIBERDADE EM CRISTO – GÁLATAS 5

LIBERDADE EM CRISTO – GÁLATAS 5

O capitulo 5 do livro de Gálatas nos diz que “Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres.” (GL 5.1), Cristo veio ao mundo para nos ensinar o espiritual e o interior, veio destruir a religião que habitava no coração de seu povo, povo que julgava e condenava observando apenas o exterior dos homens.

Cristo veio fazer velha e antiquada a aliança material (HB 8.13), e nos presentear com uma nova, uma nova aliança onde o amor está acima de ritos e costumes, acima da religião e de todas as coisas! Jesus Cristo é Deus (JO 1.1) e Deus é amor (1 JO 4.8).

A velha aliança era defeituosa (HB 8.7), ela não tinha poder de nos libertar do pecado, da religião e do pensamento terreno. Então Cristo veio, morreu e ressuscitou nos dando seu sangue que liberta e purifica. Sim, Ele nos libertou! (GL 5.1)

O irmão Paulo nos adverte porem em Gálatas 5.13 que não podemos usar da liberdade como justificação para praticar as obras da carne “Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, porém, a liberdade para dar ocasião à carne.”

Dá ocasião à carne não é deixar o cabelo com dois dedos ou dois palmos de comprimento, não é vestir uma camiseta preta com o nome Rock n’ Roll estampado, por um brinco ou até uma tatuagem (dependendo da intenção), não, nada disso é dar ocasião à carne.

Dá ocasião à carne é não ir ao culto pela manhã por preguiça ou perder o dá noite pra ficar em casa na TV ou na praça com amigos fazendo coisas vãs, é negar um favor a um irmão necessitado, é julgar sem conhecer, é dizer TE AMO sem nunca ter amado, etc.

E Paulo deixa bem claro isso ainda em Gálatas, onde diz “As obras da carne são conhecidas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” (GL 5.19-21)

Ou seja, nada material e exterior, a observação do material e do exterior é coisa da velha aliança, é coisa da lei, hoje vivemos a graça e não podemos pisar nela e querer ressuscitar a lei, como diz o irmão João Alexandre.

Jesus Cristo não se importa com o nosso estilo, gosto musical, etc. (GL 5.6)
Ele veio nos tornar livres também para isso, e nos mostrar o verdadeiro modo de vida. Modo de vida que não consiste em palitó e gravata, mas em “amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.” (GL 5.22-23)
Mas irmãos, se mesmo sabendo destas coisas ainda discordam querendo permanecer na lei e na religião, lhes dou somente um conselho... “A religião pura e imaculada para o nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições, e guardar-se incontaminado do mundo. (TG 1.27)
Leiam mais a Bíblia! E não sejam mais enganados!

AUTOR: Alisson Roberto

F.A.Q. - Frequently Asked Questions

O que é White Metal?
O Metal Cristão ou White Metal é o nome dado a todo estilo de Metal que possua letras Cristãs. Não pode ser considerado um gênero musical, por ser um termo muito abrangente. Consideramos como apenas uma nomenclatura que indentifica o Metal feito por Cristãos. A verdade é que White Metal pode referir-se a qualquer estilo de Metal (Heavy, Death, Thrash, Folk e etc) que possua letras Cristãs.Ao contrario que muitos pensam o Metal Cristão não foge no seu conceito em ralação a temática abordada pelo Metal , abordamos em nossa temática as mesmas coisas que sempre são abordadas por bandas não Cristãs, porem de um ponto de vista Cristão, e exemplos e o que não faltam. Geralmente, Trouble, Messiah Prophet e Jerusalem entre outras são citadas como as primeiras bandas do movimento. Nos anos 80/90, as bandas Stryper e Mortification ajudaram fortalecer a cena, e são conhecidas hoje como principais percussoras do tão odiado e amado Metal Cristão, que hoje tem crescido mais e mais, não somente em números mas tambem em qualidade.

Bandas - Mais Conhecidas

Rock/Blues
-Michael Sweet
-Glenn Kaiser
-Alice Cooper
-B.B. King
-Elvis Presley
-Dale Thompson
-Guardian

Hard Rock/Heavy Metal
-Stryper
-White Cross
-Bride
-Barren Cross
-Stryken
-Jerusalem
-Jez Band
-Petra
-Holy Soldier
-King James
-White Heart
-Neon Cross
-Red Sea
-Resurrection Band
-Messiah Prophet
-BloodGood
-LightForce
-Angelica
-Joshua
-Sacred Warrior
-X Sinner
-Trouble
-Mad Max
-Rob Rock
-Impellitteri

Thrash Metal
-Megadeth
-Tourniquet
-Believer
-Deliverance
-Viking
-Living Sacrifice
-Seventh Angels
-True [nacional]
-Betrayal
-Consecrator
-Soul Factor [nacional]
-Sacrament

Doom/Dark/Gothic Metal
-Saviour Machine
-Virgin Black
-Veni Domine
-Paramaecium
-Morphia
-Illuminandi
-Luminaria
-The Awakening
-Royal Anguish
-Getsamani

Viking/Folk/Black Metal
-Antestor
-Slechtvalk
-Horde
-Lengsel
-Frost Like Ashes
-Admonish
-Holy Blood
-Eluveitie
-Crimson Moonlight
-Sorrow Storm
-Renascent
-Vulture Of Corpse [nacional]
-Mordecai
-Vardoger
-Frosthardr
-Vixivi
-Yeti
-Evroklidon
-Kekal
-Parakletos
-Hortor
-Cerimonial Sacred [nacional]
-Devotan [nacional]
-Borgazur
-Shadows Of Paragon
-Poems Of Shadows [nacional]
-Death Poems [nacional]
-Drotnar
-Elogium
-Exaudi
-Elgibbor
-Divine Symphony
-Deborah [feminino]

Gore/Grind/Death Metal
-Mortification-Extol
-Aletheian
-Crimson Thorn
-Sympathy
-Acoustic Torment
-Sacrificium
-Antidemon [nacional]
-Tortured Consience
-Obliteration
-Brutal Christmas
-Impeding Doom
-Fearscape
-Satan’s Doom
-Immortal Souls
-Noiz
-Miseration
-Morbid Sacrifice
-Death List
-Escryptor
-Sky Metal [nacional]
-Sabbatariam [nacional]
-Krig [nacional]

New Metal/Metal Core/Hard Core
-P.O.D.
-As I Lay Dying
-Zao
-Maylene And The Sons Of Desaster
-Soul Embraced
-Demon Hunter
-Project 86
-MxPx
-12 Stones
-Blindside
-Bloodlined Calligraphy
-Desertor
-Chasing Victory
-The Chariot
-The Crucified
-Sinai Beach
-Extol
-Winter Solstice
-Norma Jean
-Dead Poetic
-Underoath
-War Of Ages
-The Showdown
-With Blood Comes Cleansing
-Grunge/Alternative
-Forevertree
-Sometime Sunday
-Chevelle
-Stave Sacred
-Grammatrain
-GS Megaphone
-Thrice Nail
-Audioadrenaline
-Rose
-Creed
-Gretchen
-The Showdown

Progressive/Melodic/ Power Metal
-Narnia
-DivineFire
-Audio Vision
-Wisdom Call
-Theocracy
-Seventh Avenue
-Essence Of Sorrow
-Atomic Opera
-7 Days
-Adiastazia [nacional]
-Balance Of Power
-Oratorio
-Radom Eyes
-Seven Angels [feminino/nacional]
-dElohin [nacional]
-Eterna [nacional]
-Ken Templi
-Majestic Vanguard
-Jacobs Dream
-Harmony
-Galactic Cowboys
-Boanergers [feminino]
-HB [feminino]
-Stauros [nacional]
-Metal Nobre [nacional]
-Southern Rock
-Maylene And The Sons of Desaster
-The Showdown
-Van Zant

História do White metal ou Rock Cristão

O Metal cristão tem sua origem no começo dos anos 70. Geralmente, Resurrection Band, Messiah Prophet e Jerusalem são citadas como as primeiras bandas de Metal Cristão. Durante os anos 80, a banda Stryper ajudou a popularizar o genero, ja que eles foram a primeira banda de metal cristão a conseguir disco de platina.

O metal costumeiramente esteve associado a uma imagem de sexo e satanismo, o metal cristão tem sido criticado com frequência e recebido certa resistência pela igreja tradicional. Apesar disso, as bandas de metal cristão têm persistido e cada vez mais se multiplicam, possuindo estilos que vão desde o evangelismo claro como as primeiras formações do Stryper(conhecidos por atirar Bíblias para o público) a outras bandas como King´s X(que tentaram evitar a associação ao metal cristão, embora demonstrassem uma forte influência cristã em muitas das suas letras).

Graças ao Metal cristão ser grandemente caracterizado pelo contexto lírico, existem vários subgêneros de Metal Cristão. Nos anos 80, bandas de Metal Cristão fortemente influenciadas pelas bandas mainstream, produziram uma grande quantidade de glam metal como o Stryper, Whitecross e Neon Cross. Muitas bandas de speed e thrash como Tourniquet, Deliverance, Vengeance Rising, e Believer tambem começaram a surgir.

Em 1990, Mortification se tornou a primeira banda de Christian death metal a alcançar maior reconhecimento. Embora tocassem um estilo antigo de death metal muito proximo as raizes do Thrash, seu album de 1992 Scrolls of the Megilloth ainda é considerado um classico do death metal[1], e foi lançado em nos dois mercados cristão e secular. Aproximadamente no mesmo periodo a banda Living Sacrifice estava tocando thrash/death metal; tambem; Paramaecium se tornou uma das maiores bandas de doom metal cristão e influenciaria mais tarde bandas cristãs como Pantokrator.

Horde é extensamente considerada a primeira banda Cristã de black metal. Como a banda tinha apenas um membro fixo e teve apenas um lançamento (em 1994), Horde iniciou uma controversia como o a comunidade do metal extremo, ja que se opunha aos temas mais comuns de Satanismo. O título do único lançamento do Horde -- Hellig Usvart -- significa "Sacro unBlack". Unblack metal passou a ser usado algumas vezes usado por Cristãos para se referir ao black metal cristão, para se livrar da conotação negativa do termo "black metal".

Antestor existia antes do lançamento de Hellig Usvart mas a música deles era mais proxima do estilo death/doom ( ou como eles chamavam isto, "Sorrow Metal"), e não era musicalmente conhecido ainda como black metal. Eles assim como o Crimson Moonlight, o Divine Symphony e outros, fazem hoje um estilo sofisticado de black metal cristão que pode ser comparado ao produções de bandas mainstream de bandas de black metal. Como sempre, produções mais mais tradicionais e cruas de bandas black metal como Abdijah, Light Shall Prevail, Offerblod, Arch of Thorns, Flaskavsae, Eligbbor, Bedeiah, Dormant, Firethrone, etc., continuma a existir em selos como Sneeuwstorm Produkties eGES Productions, entre outros.

Atualmente, existem bandas de metal cristão para quase todos gêneros de metal. Extol tem uma mistura (que custumam mudar) de estilos, e é popular entre fãs de metal cristãos e não cristãos.Theocracy, Narnia, Rob Rock, Jacobs Dream, e Divinefire são as mais proeminentes bandas de power metal cristão. Rob Rock inicialmente fez fama como o vocal e guitarrista virtuoso da banda de Chris Impellitteri o Impellitteri durante os anos 80 e 90 ele foi para seu trabalho solo como o album Rage of Creation. E tambem fez parte dos vocais da banda de heavy metal Warrior. Existem muitas outras notaveis banda, incluindo Ultimatum, Becoming the Archetype, Temple of Blood, Aletheian, Crimson Thorn, Harmony, Saviour Machine, Majestic Vanguard, Soul Embraced, Sympathy, Virgin Black, Disciple, e Veni Domine.

Fonte: Metal land

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

FALSOS PROFETAS EM NOME DE DEUS POR FABIO ARAUJO

Falsos Profetas em nome de DEUS
“E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos” (Mateus 24:11). A cada dia mais e mais pessoas, homens e mulheres, aparecem em nome de DEUS, com mensagens totalmente contrarias aos ensinamentos e palavras contidas na bíblia. Enquanto o Espírito Santo procura convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8) , certos pregadores apregoam a teologia da prosperidade. O problema não e de hoje. È multissecular. O profeta Jeremias fazia o que podia para convencer os reis e o povo de Israel da famosa tríade que estava para chegar a qualquer momento:
A guerra,
A fome
A peste
(Jr 14.12;21.7;24.10;27.8;29.17;32.24;34.17;38.2;42.17;44.13).Enquanto isso, o profeta Hananias, no mesmo lugar e para o mesmo público, profetizava “prosperidade” (Jr 28.9). Um e outro usavam a mesma introdução: “Assim diz o Senhor”. “Os falsos profetas lisonjeiam habitualmente o povo mediante promessas de prosperidade”. “Hananias foi um falso profeta que recorreu á demagogia, procurando dizer o que os ouvintes gostam de ouvir e não aquilo que o povo precisava ouvir”. A prosperidade é em geral a mensagem dos falsos profetas. Jeremias não é o único profeta impopular da hístoria de Israel. Todo verdadeiro profeta, por uma questão de compromisso, quase sempre diz o que não agrada. Mas sempre diz a verdade.

Que possamos nos basear na palavra, examinando tudo que nos é ensinado e retendo o bem (1 Ts 5:21). Com base na palavra teremos discernimento e conseguiremos diferenciar os verdadeiros dos falsos profetas, os que falam a verdade dos que enganam com a mentira.

“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores”. Mateus 7:15.

“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”. I João 4:1.

“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição”. 2 Pedro 2:1.

“Não adianta vocês consultarem os ídolos ou os médiuns, pois eles só dizem bobagens e mentiras. Os que explicam sonhos são falsos, e as suas palavras de consolo não ajudam nada. Por isso, o povo vive aflito e ainda sem direção, como ovelhas que não tem pastor”. Zacarias 10:2

“Qualquer ensinamento que não se enquadre nas escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias” (Martinho Lutero).

Deus abençoe,

Fábio Araújo (fabiosabbatariam@bol.com.br)
www.sabbatariam.com

SANTANA VAI SER PASTOR


O guitarrista Carlos Santana afirmou, em entrevista à revista Rolling Stone que deseja reformar-se aos 67 anos e começar uma carreira de pastor numa igreja no Havaí.

O músico de 61 anos encontra-se em digressão pelos Estados Unidos e prepara-se para lançar um novo disco, mas os planos para o seu futuro passam por uma vida mais pacata e com uma ligação mais forte à religião.

«Vou parar de tocar guitarra aos 67 anos e trabalhar no que realmente quero fazer, que é ser pastor, como o Little Richard», disse.

Santana falou da fé que o tem acompanhado ao longo da vida e que o tem ajudado nos momentos mais difíceis, como o recente divórcio da sua mulher Deborah, que pôs fim a uma relação de 34 anos.

«Não estou farto do que faço, mas penso que Deus deu-me a dádiva da comunicação, mesmo sem a minha guitarra», afirmou Santana. O músico mexicano disse ainda que quer ajudar as pessoas a perceber melhor «algumas passagens da Bíblia» relativas à «culpa, vergonha, julgamento e medo».

O novo disco de Santana, um best of de dois CDs, chega às lojas a 13 de Outubro. «Multi-Dimensional Warrior» é uma compilação dos maiores êxitos de uma carreira de mais 40 anos.


Fonte: http://amenidadesdacristandade.blogspot.com

domingo, 9 de novembro de 2008

ESCRITORA ANNE RICE ABANDONA OS VAMPIROS E SE COLOCA A SERVIÇO DE CRISTO


É Halloween e Anne Rice tem um novo livro - de memórias, na verdade - voando alto nas listas de best-sellers. Tudo normal até aí. Normal se estivéssemos em 1994, auge da fama e das vendas de Rice como a rainha dos romances góticos.
Para aqueles que não estavam prestando atenção ao gênero de vampiros recentemente, a mais famosa cronista dos sanguessugas não mora mais em Nova Orleans - isso desde antes do furacão Katrina - e está surfando novas ondas com entusiasmo: a literatura cristã.
Seu livro de memórias, “Called out of darkness: a spiritual confession” (Chamado para fora da escuridão: uma confissão espiritual), é a evidência mais recente de que Rice está se reinventando para tentar construir uma reputação como uma escritora cristã séria.
Na obra, a escritora de 67 anos não desdenha as duas décadas passadas lançando livros sobre vampiros, demônios e bruxas a partir do sucesso de seu primeiro romance “Entrevista com o vampiro”, de 1976. Mas ela demonstra claramente que superou o tema.
Em uma entrevista por telefone de sua casa numa montanha na Califórnia, Rice revelou seu objetivo: ”Conseguir empregar as ferramentas e o que quer que eu tenha aprendido sendo uma escritora de vampiros a serviço de Deus. É uma oportunidade maravilhosa”, disse ela. “Espero que possa me redimir desse jeito. Espero que o Senhor aceite os livros que estou escrevendo agora.”
Chamado para fé
Em 2002, Rice rompeu completamente com o ateísmo - aproximadamente quatro décadas depois de ter abandonado sua fé católica, nos anos 1960. Aconteceu quando ela foi para a faculdade e encontrou seus colegas falando sobre existencialismo - Martin Heidegger, Albert Camus, Jean Paul Sartre. Religião, escreve ela, era muito restritiva para a jovem Rice. Muito fora dos tempos.
Ainda assim, escreve, a religião teve de voltar à sua vida, como se para se confrontar outra vez com um pai ausente ou um amor de infância há muito perdido.
No final dos anos 1990, quando voltou para Massachussets, Rice - a autora cujos livros venderam dezenas de milhões e que realimentaram o apetite de Hollywood pelo horror de vampiros - passou por tempos difíceis. Seu marido, poeta e artista, Stan Rice, morreu de um tumor cerebral em 2002. E ela se tornou diabética.
Conversão no Rio
Sempre enfática e para além do racional, Rice escreve que sua volta à fé foi precedida de uma série de epifanias, muitas delas durante viagens pelas catedrais da Europa, Israel e Brasil. Certa vez, quando visitou a estátua gigante de Cristo Redentor no Rio de Janeiro, ela relata que sentiu “delírio” e que as nuvens se abriram para revelar a estátua.
As supostas revelações remontam à infância religiosa da escritora, que diz que queria ser santa. Aos 12 anos, católica fervorosa, ela pediu ao pai para transformar os fundas de sua casa, em Nova Orleans, em um oratório dedicado à Santa Rosa de Lima - santa que os católicos acreditam que transformasse rosas em cruzes.
De certo modo, seu livro de memórias é também é confessional, ao tratar de sua luta para se tornar uma autora com um estilo literário distinto. Para muitos críticos, suas histórias são intermináveis, escritas de maneira feia e confusa, um pastiche de clichês. E a mudança de rumo - da ficção vampírica para a literatura cristã - ainda não conquistou os detratores.
Rice, no entanto, não está aí para impressionar os críticos. ”Meu objetivo é simples: escrever livos sobre nosso Senhor vivendo na Terra e fazê-lo real para as pessoas que não acreditem nele; ou pessoas que nunca tentaram acreditar”, diz. E reforça: “Eu tornei os vampiros em algo crível para mulheres adultas. Agora, se eu pude fazer isso, eu posso fazer nosso Senhor Jesus Cristo crível para as pessoas que nunca acreditaram. Espero e rezo [para isso].”
Fonte: G1 / Por: Gospel +

O FIM - A BANDA MINEIRA DE DEATH METAL SKYMETAL ENCERRA SUAS ATIVIDADES


Uma notícia de última hora que acaba de chegar a nossa redação: o fim da banda death mineira SKYMETAL. A confirmação nos foi dada pelo baterista Rafael Daher. A banda havia a pouco tempo feito suas últimas apresentações na Venezuela, sendo dois shows em Caracas e uma em Valencia. O motivo foi que o guitarrista Junior havia comunicado sua saída devido a compromissos com a Igreja e familiares. Mediante a este fato e também outros compromissos, principalmente pastorais, o grupo entende que o fim foi a melhor decisão para que os membros venham a fluir em seus Ministérios. Gustavo Daher continua o trabalho missionário no Paraguai. Seu irmão Rafael deselvolve a função de pastorado no Manifesto Missões Urbanas enquanto Junior está envolvido com outros compromissos ministeriais e família. Os membros estarão divulgando uma nota sobre o fim do grupo onde estaremos divulgando aqui em primeira mão, além de também estar presente em seu site e Orkut. Endereço virtual:


www.skymetal.com.brFonte: http://extremerecords.org/


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

95% dos Jovens brasileiros são religiosos, diz pesquisa.


Um estudo feito por uma fundação alemã em 21 países mostra que o jovem brasileiro é mais espiritualizado do que muita gente imagina. Cerca de 95% dos entrevistados, com idade entre 18 e 29 anos, disseram que são religiosos e 91% afirmaram acreditar em Deus. O resultado coloca os brasileiros em terceiro lugar no ranking mundial dos que mais possuem algum tipo de fé.Mais de 90% acreditam em vida após a morte e outros 74% disseram orar pelo menos uma vez ao dia. O resultado do surpreendente estudo chamado "Monitor da Religião" mostra que a devoção entre os mais novos está tão em alta quanto entre os mais velhos, uma vez que com 60 anos ou mais o índice de religiosidade é de 96%.A pesquisa mostrou ainda que 37% dos jovens se consideram muito religiosos e 35% moderadamente religiosos. Foram ouvidos 21 mil pessoas e a fé dos brasileiros só perdeu para os nascidos na Nigéria e na Guatemala, onde os índices dos que disseram ter alguma religiosidade foram de 100% e 97%, respectivamente.Apenas 4% dos entrevistados disseram que não possuem religião. No entanto, o levantamento mostra que os jovens tendem a subestimar a própria fé. Quando perguntados se vivem de acordo com os preceitos da religião escolhida, apenas 35% dos entrevistados responderam que sim.ReencarnaçãoA universitária Janaína Rodrigues, 27 anos, é um exemplo de jovem aberta a crenças de linhas bem diferentes. "Sou católica desde que nasci, acredito em Deus e em Nossa Senhora, mas também em reencarnação. Muito do que o Kardecismo anuncia faz sentido. Também acredito em horóscopo porque as previsões sempre se encaixam nas coisas que acontecem comigo".

Para o teólogo e professor de Filosofia da Faesa Vitor Nunes Rosa, esse tipo de comportamento é cada vez mais comum e não torna a religiosidade dos jovens menor. "A maioria das pessoas não distingue o que caracteriza uma religião. Buscam o que lhes dá conforto, não importa onde. O ponto comum é dizer que acreditam em Deus. Depois buscam em diversos credos o que avaliam ser melhor", destaca.Juventude até no modo de viver a féDogmas, rituais, valores morais, regras mais severas. Nada disso é levado em conta quando o jovem busca sua religiosidade. O que fala mais alto é a sua devoção e a forma que a encontra de expressar."Uma escolha é feita e o jovem, quando despertado para ela, passa a compreender a importância de se viver dentro de certos princípios", observa Abílio Rodrigues, presidente da Associação de Pastores Evangélicos de Vitória.E é a possibilidade de vivenciar a fé a sua maneira que vem atraindo muitos jovens para as igrejas. Na Paróquia da Sagrada Família, em Nova Rosa da Penha, Cariacica, por exemplo, eles optaram por realizar missões, com visitas as famílias, na comunidade."Foi o caminho que encontraram para vivenciar sua fé. O que o atrai é a possibilidade viver a sua fé de um modo jovem, novo", observa o titular da paróquia, padre Flávio Leonardo.Sentido à vida

Uma atitude típica da idade, lembra a pastora da Igreja Batista da Restauração, Sandra Rodrigues. Uma fase onde a busca por um sentido para a vida é grande, em que deseja ter uma forma de viver mais definida, mas onde ainda há muitos conflitos, alguns até mesmo familiares."É neste momento que entra a orientação religiosa, os aconselhamentos, para mostrar que é possível exercer sua religiosidade, que é possível ser feliz quando você encontrou o que muitos ainda buscam", acrescentou a pastora.Jovens sacerdotes para atrair mais fiéisLiderar uma igreja com centenas de fiéis é um desafio que poderia assustar até pessoas com grande experiência de vida. Mas há jovens padres e pastores que não se intimidam com a pouca idade e aceitam essa tarefa. É o caso do pastor Sérgio Pimentel Freitas, que tem 25 anos e há três atua na Igreja Batista da Praia da Costa, em Vila Velha."Sou muito feliz com minha opção. Minha idade me permite alcançar pessoas que talvez não conseguiria se fosse mais velho. Me identifico com os jovens pela linguagem e muitos são atraídos para a igreja porque percebem que é possível ser jovem e feliz servindo a Deus", diz Sérgio que também é capelão do Colégio Americano Batista.O padre Renato Christe Covre, 28 anos, atua na Paróqui São Francisco de Assis, em Jardim da Penha, Vitória, há um ano e meio. Ele explica que foram nove anos de estudos antes de assumir uma paróquia. Renato também acredita que sua opção de vida ajuda a trazer mais jovens para a igreja. "Todo mundo se sente atraído por pessoas com as quais se tem alguma afinidade. E com os jovens não é diferente", explica.O padre diz que é um desafio ter de lidar com diferentes públicos, mas avalia que foi muito bem recebido na paróquia, o que ajudou bastante. "As senhoras mais velhas me receberam como um filho".Eles preferem as igrejas às raves e baladasOs estudantes Ananda Depiante, 20 anos, Pryscilla Rodrigues, 22, e Rafael Rodrigues, 20, freqüentam a Igreja Batista da Restauração, que fica em Jardim da Penha. Eles garantem que ser jovem e evangélico não é um desafio, e sim um privilégio. "A Bíblia para mim é um manual de princípios para tudo. Deixo de ir a baladas e raves porque acredito que não são ambientes bons para mim e não porque alguém me proíbe. Nossa igreja é animada e com freqüência realiza festas saudáveis para toda família", diz Rafael. Ananda conta que nasceu em um lar evangélico, mas continua na religião por opção. "Meus amigos que não são da igreja me respeitam. É fácil ser jovem, evangélica e muito feliz quando se tem certeza da escolha certa".Dedicação à igreja não é sacrifício

Os estudantes Patrick Thompson Reis, 25 anos, João Henrique Valdetaro, 24, Joana Pereira, 17, Ruan Pignaton e Janderson Ruy, ambos com 19 anos, são católicos e participam de várias atividades no Santuário de Vila Velha. "Sou ministro de Eucaristia e catequista de Crisma. Tem gente que pensa que ser atuante é difícil para os jovem, mas não é verdade. Faço o que quero, mas sem exageros. Não bebo demais porque tenho de dar exemplo", diz Ruan, que participa do Ministério de Oração e toca na igreja. É seminarista e em novembro começa um estágio que vai definir sua vida. "Se for da vontade de Deus serei padre. É meu sonho", revela.

Fonte: Gazeta Online
Via: O Verbo

Conheça a Banda Mortal Serenity.

Trajetória que se iniciou com o guitarrista Sandro e o vocalista Tayson integrantes da banda "Ovlhas" que tocavam um estilo variado. Resolveran montar um projeto metal-core e convidaram Kwya baterista da banda "Divine Kreator" de grunge in grind ,logo em seguida integra o grupo Junior baixista que tinha acabado de sair de uma banda. Em junho de 2007 fiseran dois ensaios e dias depois se apresentaran num evento levando, musicas próprias. Meses depois integra o grupo o guitarrista Walter integrante da banda de noise grind "Sr. Aknes". Agora depois de um ano possui um repertorio vasto com mais de 30 musicas , e levam cover da conceituada banda de metal-core "As I Lay Dying". No momento não estão se apresentando devido ao horario de trabalho do grupo não bater, mas sempre que podem se apresentar a banda marca diferença nos eventos.Uma frase cedida pela banda ao Brutal Warfare e Metal Land:"Temos ideologia totalmente cristã, mas sempre respeitando a opinião do proximo."Bandas de Referencia: As I Lay Dying ,Underoath, All That Remains ,Underoath , Job For A Cowboy , Bringme The Horison , August Burnes Red ,Demon Hunter ,Walls of Jericho entre outras.

REVISTA ROLLING STONE PUBLICA MATÉRIA SOBRE O ROCK GOSPEL

Com 20 anos, gospel nacional sucumbe diante do pop brega religioso.Se não morreu, está aguardando lugar na UTI." É a resposta de Paulinho Makuko, vocalista do Katsbarnea, banda fundadora do denominado gospel no Brasil, questionado sobre uma eventual morte do movimento. Os motivos? Além de não cumprir o objetivo original de romper as barreiras do templo para levar o evangelho por uma via pop e acessível ao público não-cristão, o gênero afundou-se em um gueto religioso em maneirismos e expressões compreendidas apenas por adeptos fervorosos.Único integrante da formação original da banda, formada em 1988 no porão de uma igreja evangélica árabe em São Paulo, Makuko entende que a etiqueta gospel pode ter represado as bandas evangélicas de rock dentro do ambiente religioso, impedindo a expansão para o cenário pop nacional. Voltado para si mesmo, acomodou-se satisfeito com shows em igrejas, festivais cristãos e a venda de discos para o público evangélico."Quando a gente começou, não existia o nome ´gospel´. Existia música evangélica, caretaça mesmo, um negócio que eu nem sabia que havia", ele lembra. A banda, que nos anos 90 tocou ao lado de Ira!, Zero, Supla e Violeta de Outono na extinta casa de shows Dama Xoc, em São Paulo, hoje se vê restrita a eventos promovidos por evangélicos.Passados 20 anos, o movimento gospel está descontextualizado. Hoje, uma nova safra de cantores e artistas "voltados para dentro" arrasta multidões de crentes a shows-cultos e vende CDs e DVDs a essa mesma multidão, enquanto bandas de rock continuam longe do circuito nacional, e gravadoras e lojas especializadas fecham as portas. Em vez do pop nascido no fim dos 80, quem dá as cartas hoje é um estilo conhecido nas internas como "louvor e adoração". Embora comercialmente viável, essa música é assumidamente feita para cultos com uma roupagem popular. Com discos de ouro, platina e diamante já recebidos - segundo a MK Publicitá, gravadora forte no estilo -, cantores e bandas somam letras religiosas a referências do pop comercial dos anos 80, como Rosana, Jane Duboc e Gilliard."Isso é careta. O gospel nasceu, começou a crescer e parou porque voltou a ser música da igreja. O gospel mesmo, no Brasil, não existe. Não existe alguém como a [rainha do gospel norte-americano] Mahalia Jackson", lamenta Makuko. Kako, baterista dos Militantes, concorda. "Não existe sustentabilidade de banda gospel fora da igreja porque não existe novidade", diz o integrante da banda, que atualmente conclui as gravações de álbum produzido por Clemente (ex-Inocentes, atual Plebe Rude).Duas ações isoladas ameaçaram expandir os tentáculos do gospel. Em 2001, o Oficina G3 subiu a um dos palcos do Rock in Rio 3 para o show de abertura. O que poderia ser uma virada na carreira - a banda nasceu em 1987 dentro de uma igreja paulistana - revelou-se controverso. Além de metralhados pela ala conservadora dos fiéis dias antes, a banda tocou as primeiras músicas para ninguém - um problema com a TV Globo fez a organização atrasar a abertura dos portões e, simultaneamente, obrigar o grupo a começar o show. "Saímos arrasados do palco", lembra o baixista Duca Tambasco. Mas depois disso, segundo a banda, diversas FMs do país se interessaram pelo hard rock do Oficina G3.Kim, vocalista do Catedral, criado em meio à cena crente do final dos 80, foi o responsável pelo segundo movimento em direção ao pop. A banda assinou com a Warner em 1999 e nela lançou três discos. Hoje, está na Record Music, da Line Records (pertencente à Igreja Universal). Para ele, a ausência de criatividade responde pelo isolamento do gospel. "O mercado está se fechando para as bandas de rock. Sabe quando tinha a onda da lambada? O meio evangélico está vivendo uma onda", ele aponta. A análise vem de quem é comparado desde os tempos de cena cristã com Renato Russo - a voz de Kim é próxima demais à do legionário, morto em 1996.Para a gravadora MK Publicitá, no entanto, tudo vai bem. A companhia acredita que, da produção enviada ao mercado, cerca de 20% é consumido por não-evangélicos. "Se o gospel é o terceiro estilo mais consumido no país, segundo a ABPD [Associação Brasileira dos Produtores de Discos], como podemos afirmar que ele está fechado? Não está, só não tem cobertura da grande mídia", entende Alomara Andrade, assessora de comunicação da gravadora. "Claro que poderíamos ter tido um nível maior de penetração, sobretudo na mídia não-segmentada. Mas não é porque não foi assim que vamos deixar de lutar por isso. No momento certo, acontecerá." Quando? Só Deus sabe.

Fonte: Rolling Stone, Dot Gospel